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Terrible Ideas in Git

LXer -

"Git does let you do some extraordinarily powerful things. Powerful, of course, in this talk, is a polite euphemism for stupid," says Corey Quinn of FutureAdvisor at LinuxCon North America. Who hasn[he]#039[/he]t experienced at least one moment of feeling like a complete dunce when using Git? Sure, Git is wonderful, everyone uses it, and you can do most of your work with a few basic commands. But it also has mighty powers to make us feel like we have no idea what we're doing.

China, Europe Drive Shift To Electric Cars as US Lags

Slashdot -

Electric cars will pick up critical momentum in 2017, many in the auto industry believe - just not in North America. Tighter emissions rules in China and Europe leave global carmakers and some consumers with little choice but to embrace plug-in vehicles, fuelling an investment surge, said industry executives gathered in Detroit this past week for the city's annual auto show. From a report: "Car electrification is an irreversible trend," said Jacques Aschenbroich, chief executive of auto supplier Valeo, which has expanded sales by 50 percent in five years with a focus on electric, hybrid, connected and self-driving cars. In Europe, green cars benefit increasingly from subsidies, tax breaks and other perks, while combustion engines face mounting penalties including driving and parking restrictions. China, struggling with catastrophic pollution levels in major cities, is aggressively pushing plug-in vehicles. Its carrot-and-stick approach combines tens of billions in investment and research funding with subsidies, and regulations designed to discourage driving fossil-fueled cars in big cities. The road ahead for electric vehicles (EVs) in the United States, however, could have more hairpin curves.

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Manifold - a pad a 100 origami puzzles

Boing Boing -

I think someone on the BBS mentioned that Manifold was a fun origami puzzle challenge (thank you, whoever you are!). I ordered it on Amazon for $8. It's a pad of 100 square sheets of paper, printed with white and black squares on one side, and nothing (except folding guides) on the other side. The object is to fold each sheet so that all the white squares are on one side, and all the black ones are on the other. I just did two of them, and it was so much fun that I'm saving the rest for a long flight I have coming up.

Here's a PDF you can print out to try five puzzles.

Regime de segurança máxima não limita o poder dos líderes do tráfico

The Intercept -

Uma nova rebelião coleciona presos mortos e toma conta das manchetes. A mais recente chacina, que matou 26 pessoas, foi no Rio Grande do Norte, e a primeira solução apresentada foi transferir os seis líderes do motim para presídios federais. Tratados como prisões de segurança máxima, os presídios federais são tão falhos em sua missão de isolamento que lideranças de facções presas ali conseguem enviar ordens de dentro da cadeia.

Os pedidos de transferência de presos feitos este ano pelos estados que registram casos de chacina dentro das prisões se somam aos mais de 100 de 2016, que ainda aguardam resposta da justiça. Paralelamente, o governo de São Paulo também estuda a possibilidade de transferência de quatro a 12 líderes do PCC para o sistema federal.

Para atender tanta demanda, entre as medidas listadas no Plano Nacional de Segurança, apresentado no início do mês, em meio à crise do sistema penitenciário, Michel Temer anunciou a construção de cinco novos presídios federais. A construção de novas unidades mais do que dobraria a rede carcerária federal, composta, atualmente, por quatro unidades de alta segurança que têm taxa de ocupação de 63%, e uma quinta unidade em construção, que já conta três anos de atraso.

Uma prisão de segurança máxima dentro Complexo da Papuda, em Brasília, deveria ter sido entregue em dezembro de 2014 e custado R$ 34,8 milhões. Hoje, com 65% das obras prontas, a previsão é que fique pronta em outubro e que custe cerca de R$4 milhões a mais.

A penitenciária de Catanduvas (PR) é uma das quatro federais. As outras três estão em Campo Grande (MS), Porto Velho (RO) e Mossoró (RN).

Foto: Isaac Amorim/Ministério da Justiça

Quem é enviado para um presídio federal é considerado um preso que oferece maior risco à sociedade. Uma vez dentro de uma cadeia de segurança máxima, os presos seguem o Regime Disciplinar Diferenciado (RDD): ficam em suas celas 22h por dia, têm direito a 2h de banho de sol e são vigiados por câmeras 24h. Outras tecnologias, como detectores de metais, sensores por aproximação e coleta de impressões digitais são usadas.

A média de presos por agentes também é menor do que a das unidades estaduais. A determinação do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária é que cada agente seja responsável por cinco presos em presídios estaduais, mas na realidade esse índice pode ser de um servidor para até 15 detentos.

O Departamento Penitenciário Nacional (Depen) não divulga a média de agentes em cada um dos quatro presídios federais ativos, mas sabe-se que existem 800 agentes efetivos. Outros 362 agentes já foram aprovados em concurso e concluíram o curso de formação em junho de 2016, mas ainda não tomaram posse por falta de verbas. Por se tratarem de unidades de segurança máxima, a determinação é de 3 agentes para cada detento nessas unidades.

Entrada da penitenciária federal de Mossoró (RN).

Foto: Redação Nominuto.com/EBC

Ainda assim, os detentos conseguem se comunicar com o lado de fora sem dificuldades e, de lá, são enviadas as ordens daqueles que o próprio Estado aponta como lideranças do tráfico.

“Uma vez, em entrevista, um preso me disse que tudo sai do sistema federal, tanto a decisão de fazer acordos entre os grupos quanto a decisão de romper esses acordos”, explica Camila Nunes Dias, professora de Políticas Públicas da Universidade Federal do ABC e membro do Fórum Nacional de Segurança Pública:

“Não tenho dúvidas de que, hoje, as principais economias criminais do Brasil são organizadas de dentro das prisões. O PCC tem uma estrutura celular, mas a cúpula está em São Paulo. Ela centraliza as decisões e diretrizes mais importantes. Então, o comportamento dos membros é muito controlado. Inclusive, o PCC de cada estado tem obrigação de mandar parte do dinheiro que lucra para São Paulo.”

Marcos Willians Herbas Camacho, conhecido como Marcola, é um dos líderes da facção paulista PCC (Primeiro Comando da Capital).

Foto: Rogério Cassimiro/Folhapress

O promotor de justiça Lincoln Gakiya trabalha em São Paulo investigando o PCC há dez anos. Ele também vê os presídios federais como uma parte vital da dinâmica das facções:

“Essas ordens, sejam do Comando Vermelho, sejam do PCC, elas não saíram lá do Amazonas. Não foram integrantes lá do Amazonas que, por conta própria, resolveram praticar essa carnificina que vai ter reflexo para todos os integrantes do país. Acontece que esses indivíduos já estão em penitenciárias de segurança máxima. E o fato é que as ordens continuam entrando e saindo. Não se consegue de maneira eficiente e adequada impedir que indivíduos como o Marcola [preso desde 1999, hoje em RDD na cadeia de Presidente Bernardes, SP, conhecida como “fábrica de loucos”] e o Fernandinho Beira-Mar [preso no Presídio Federal de Campo Grande, também RDD], continuem a comandar. Então essa é a situação: como é que o indivíduo lá no presídio federal consegue, de lá, determinar ações que tenham essa amplitude, que causam esse tipo de problema para o Estado brasileiro?”

Fernando da Costa, conhecido como Fernandinho Beira-Mar, é um dos líderes da facção carioca CV (Comando Vermelho).

Foto: EVARISTO SA/AFP/Getty Images

Se os presos conseguem se interconectar até mesmo nas prisões de segurança máxima, construir novas prisões está longe de ser a solução. A saída seria a mudança de postura dentro das prisões que já existem. “Não é só investir no aspecto físico”, pontua Gakiya: “Na maioria dos locais, o corpo funcional precisa ser treinado e qualificado. É inadmissível que haja o ingresso de armas de fogo, como a gente viu, em todos esses locais, de maneira comum”.

Pouco menos de um mês antes de serem mortos na chacina do dia 1º de janeiro, dois presos do Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), no Amazonas, enviaram cartas à Justiça do Amazonas denunciando os diretores da unidade. Na carta, eles diziam que a direção recebia dinheiro de organizações criminosas para permitir a entrada de armas, drogas e celulares no presídio.

Para o Gakiya, faz parte da solução, também, aumentar o aparato de inteligência do Estado e conectar as diferentes forças de investigação que, muitas vezes, não se comunicam. Ele ainda lembra que há estados em que as polícias civil e militar não se falam e que “já passou da hora” de as forças de inteligência trabalharem em cooperação: “Eles são muito organizados, então a gente precisa também se comunicar se queremos frear essa evolução e combater de maneira eficiente”.

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South Korea Prosecutors Seek Arrest of Samsung Chief Jay Y Lee For Bribery

Slashdot -

South Korea's special prosecutors' office said it will seek a warrant to arrest the head of Samsung Group, the country's biggest conglomerate, accusing him of paying multi-million dollar bribes to a friend of President Park Geun-hye. From a report: Samsung Group chief Jay Y. Lee was questioned for 22 straight hours last week as investigators probed a corruption scandal that resulted in parliament impeaching Park last month. The special prosecutors' office accused Lee of paying bribes totaling 43 billion won ($36.42 million) to Choi Soon-sil, a friend of the president who is at the center of scandal. Lee, who became the de facto head of the Samsung Group after his father, Lee Kun-hee, suffered a heart attack in 2014, was also accused of embezzlement and perjury in the prosecution's application for an arrest warrant.

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Treat your dog to some Waygu Kobe beef

Boing Boing -

Amazon getting in on the all-meat pet food craze. They've got packages of two 10-pound pieces of Waygu Kobe beef, frozen and vacuum sealed. This should last you a week or longer if have a couple of large dogs.

The Kuroge breed Wagyu cattle are humanely-raised with special care on grass for 30 months. Wagyu cattle are fed over 600 days on a natural diet including wheat, rice, corn, barley and other wholesome foods that build breed’s natural propensity to exquisite and abundant marbling. A stress-free environment and massage for muscle stimulation are all part of the pampering that the cattle receive. Strict protocols from birth to export ensure beef of unsurpassed quality.

It's $3,999.99 plus $30 shipping.

Apple Exec Jimmy Iovine Confirms Company's Interest in Making 'Pop Culture' TV Shows

Slashdot -

Last week, the Wall Street Journal reported that Apple is working to bring in veteran producers to help create original content, including TV series and movies. Apple Music head Jimmy Iovine has all but confirmed the report and company's intentions to expand. From a report: "We're going to do whatever hits popular cultural smack on the nose," Iovine said when asked about Apple's reported expansion. Days after The Wall Street Journal's report that Apple plans to expand into original TV series and movies, Apple executive Jimmy Iovine hinted at what that might look like. "At Apple Music, what we're trying to create is an entire cultural, pop cultural experience, and that happens to include audio and video," he told reporters at the Television Critics Association's winter press tour. "If South Park walks into my office, I am not going to say you're not musicians, you know?" Iovine continued when pressed about the report. "We're going to do whatever hits popular culture smack on the nose. We're going to try."

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A beautifully illustrated story about a bookseller haunted by his past

Boing Boing -

Atmosphere just about drips off these pages. There’s a haunted quality to the images in The Return of the Honey Buzzard: lots of shadows, uncluttered panels, remote locations, and big eyes.

This mood is appropriate because the main character is haunted by an incident from his childhood, and the book builds toward this reveal. The dialogue and the drawings work seamlessly together to craft a sense of isolation and loss, crying out for a resolution.

Many of the pages don’t contain any text at all. Especially in these places, the simple but expressive drawings do a masterful job of communicating a mood, a sequence of events, or even the passage of time. It might be surprising for a graphic novel set partly in a bookshop and partly in a library, but The Return of the Honey Buzzard suggests that images can indeed say more than words.

The Return of the Honey Buzzard
by Aimée de Jongh
SelfMadeHero
2016, 160 pages, 7.0 x 0.8 x 9.8 inches, Hardcover
$23 Buy one on Amazon

See sample pages from this book at Wink.

The Swagtron T3

Boing Boing -

The office I work in is full of things old people buy to make themselves feel young again.  I can honestly say that our awesome new toy, The Swagtron T3 Hoverboard, makes me feel very, very old. I’ll explain why later.

Swagtron T3 Pros

  • There's no way to overcharge the battery and that means no more pesky fires and unplanned explosions!
  • This model actually has a battery life indicator!
  • There’s a new SwagTron app that syncs with your hover-board.
    • You can set the top speed and sensitivity of both acceleration and steering.
    • There’s an odometer that keeps track of lifetime miles traveled.
    • You can toggle the Hoverboard on and off with the app – so no more bending over. Ever!
    • The app has a speedometer! Amazing right?

Swagtron T3 Cons

  • The app has a speedometer! Crazy right?!  You have to look at the app while riding to enjoy the speedometer and if you do, you’re no longer watching the terrain which goes against every rule of motorized vehicles.
  • It's pretty pricey at $449.99.

But I have to say that the Swagtron T3 is much better than their previous models. The wheels are beefier, the ride is stable, and the motor is peppier.

Why does the Swagtron T3 make me feel old? 

Tonight, I decided to live on the wild side and switched from “Standard” to “Advanced” mode on the app. When I did, I got this friendly warning:

“Extremely high injury risk”?!

There was a time when I’d completely ignore a message like that or treat it as a challenge. But these days, with my back issues, bad knees and fear of everything around me, I have to be careful. And even though the T3 will reach a top speed of only 8 MPH, it’s plenty fast when you’re standing upright with your hands glued to your sides.

Which brings me to this dude in Dubai who is surely riding in Advanced mode.

 

https://www.youtube.com/watch?v=MKrHDwXeBOU

What the S#!T is that?  And how did I get so old?!

 

PRO/CON COMBINATION

The SWAGTRON T3 can also play music via Blootooth while you ride. How ridiculous is that?   Just today, I terrorized my coworkers as I zipped around the office while blasting Soul Coughing’s Super Bon-Bon.  I’ve been told that there's nothing more frightening than a 47 year old man blazing by your cubicle with the lyrics, “Move, aside, and let the man go through!” blaring from his feet.

In case you either don't know how great that song actually is or how annoying it would be to hear in the workplace...you're welcome.

https://www.youtube.com/watch?v=TRqP52c0OLU

I’ve ridden many Hoverboards in the past few years and the SWAGTRON T3 is the best yet. It will always be magical to me to simply lean in a direction of choice and quickly travel there.

 

If only I was 20 years younger and didn’t enjoy lounging around on porch swings so much.

Líder da oposição britânica é acusado de ser “colaborador” da Rússia por criticar avanço militarista

The Intercept -

O líder do Partido Trabalhista do Reino Unido, Jeremy Corbyn, defendeu a redução das tensões entre a OTAN e a Rússia, e acrescentou em uma entrevista para a BBC na quinta-feira: “Gostaria de ver uma desmilitarização da fronteira entre os dois”. Assim como os EUA, o Reino Unido vem aumentando sua presença militar na região do Báltico rapidamente, inclusive nos países que fazem fronteira com a Rússia, e está prestes a enviar mais 800 soldados para a Estônia, dos quais 500 permanecerão na região.

Em resposta, a Rússia moveu suas tropas para essas fronteiras, intensificando as tensões militares entre diversos países que contam com armas nucleares. Ao longo de 2016, os exércitos russo e norte-americano realizaram manobras militares cada vez mais provocadoras e agressivas entre si. Nesta semana, os EUA começaram a enviar quatro mil tropas para Polônia, “o maior envio de tropas militares para a Europa desde o fim da Guerra Fria”.

Tradução: “Reino Unido enviará mais tropas para a fronteira com a Rússia à medida que aumenta a tensão por toda a Europa”.

Foi neste contexto que Corbyn disse ser “lamentável que as tropas tenham sido enviadas à fronteira em ambos os lados”, acrescentando que “gostaria de testemunhar um relacionamento melhor entre a Rússia, a OTAN e a UE”. O líder trabalhista explicou que, mesmo que a Rússia tenha cometido sérios abusos aos direitos humanos em seu próprio território e na Síria, “os dois lados devem buscar um relacionamento melhor… Não podemos retomar a mentalidade da Guerra Fria”.

A resposta ao apelo de Corbyn por um relacionamento melhor e pela redução das tensões com Moscou foi rápida e previsível. O ministro das forças armadas do governo de direita do Reino Unido, Mike Penning, acusou Corbyn de ser um colaborador do Kremlin:

“Esses comentários sugerem que o líder do Partido Trabalhista prefere colaborar com a agressão russa do que apoiar mutuamente os aliados do Reino Unido na OTAN. Assim como ocorreu no [caso da renovação do sistema britânico de mísseis] Trident, tudo o que o Partido Trabalhista diz e faz mostra que não podemos confiar neles para cuidar da segurança nacional do Reino Unido”.

Essa é a mesma fórmula propagandística que tem sido usada no ocidente há décadas, igualando a oposição ao militarismo a uma forma de deslealdade ou traição ao próprio país: quem se opõe ao confronto militar ou defende melhor relações com um adversário estrangeiro é acusado de ter uma simpatia secreta ou de apoiar tais líderes estrangeiros, e, muitas vezes, são suspeitos de serem “colaboradores” ativos (ou “fantoches”) deles.

Claro, essa tática de difamação foi usada inúmeras vezes durante a Guerra Fria contra aqueles que defendiam melhores relações ou um esfriamento do conflito com Moscou, mas tem sido usada repetidamente desde então sempre que chega a hora de enfrentar um “vilão estrangeiro” (os que eram contra a invasão do Iraque eram chamados de pró-Saddam, os que se opuseram à intervenção da Líbia eram apologistas de Gaddafi, os que criticavam os programar da Guerra ao Terrorismo era considerados defensores de terroristas e etc.).

Tradução: “Tolos e aliados compõem frente comunista”

Mas esse modelo vem recentemente sendo abusado, e usado mais amplamente do que nunca, como resultado do papel de destaque que a Rússia vem desempenhando na política dos EUA, sendo os russos responsabilizados por muitos democratas pela derrota de Hillary Clinton nas eleições presidenciais do ano passado. Putin agora ocupa a função de Principal Vilão no discurso ocidental, e, portanto, esse modelo retórico da Guerra Fria — onde qualquer um que se oponha ao confronto é um fantoche ou agente do Kremlin — vem sendo ressuscitado com extrema rapidez e naturalidade.

As convincentes justificativas para a preocupação de Corbyn sobre as tensões entre a OTAN e a Rússia são evidentes. Os EUA e a Rússia têm enormes arsenais de armas nucleares. Conforme descrito por Lawrence Krauss na New Yorker em outubro passado, os dois países, por diversas vezes, chegaram terrivelmente perto de uma guerra nuclear completa com potencial para destruir o planeta inteiro, e os sistemas ainda utilizados podem levar a erros apocalípticos através de falhas na comunicação, interpretação e erros em geral e confronto militar direto. Conforme apontado por Krauss:

“Em geral, durante a presidência de Obama, temos aprofundado nossa arriscada aceitação de armas nucleares. No momento, por volta de mil armas nucleares ainda estão sob alerta imediato; assim como na época da Guerra Fria, estão prontas para serem lançadas em poucos minutos em resposta a um alerta de ataque iminente”.

Não é um exagero dizer que talvez não haja nada mais imprudente ou perigoso do que a crescente tensão entre esses dois países. Por isso, é tão repugnante e nocivo caracterizar figuras como Corbyn como “colaboradores” ou traidores, apenas por se oporem a tal intensificação militar e beligerância. Mas isso é o roteiro que, mais uma vez, vem se tornando a ortodoxia dominante tanto em Washington quanto em Londres.

Vamos, por um instante, imaginar que essa estrutura fosse aplicada de forma consistente, em vez de ser aplicada de forma manipulativa. Os democratas estão apreensivos — e com razão — com a beligerância preliminar de Trump e seus assessores frente à China, que também detém armas nucleares, ao: aceitar uma ligação telefônica com o presidente de Taiwan, questionar abertamente a antiga Política de uma “China única”, sugerindo que os EUA interveriam militarmente para impedir que os chineses controlassem ilhas próximas não habitadas (esta última também foi sugerida pelo atual chefe da Frota Marítima dos EUA no Pacífico).

Mas, ao aplicar essa lógica russa a essas preocupações, não deveríamos acusar os democratas que se opõem a confrontar a China de serem “colaboradores” ou apologistas do regime ditatorial de Beijing, que prende dissidentes e tortura minorias étnicas e religiosas? Devemos questionar publicamente se os escritores progressistas que exigem que Trump abandone sua postura agressiva estão sendo pagos clandestinamente pelo Politburo do Partido Comunista da China ou talvez simplesmente agindo como “idiotas úteis”? Aqueles que se opõem às políticas bélicas de Trump devem ser acusados de se aliarem a um regime ditatorial em detrimento de seu próprio presidente e país?

Claro que a resposta para todas essas perguntas é não. Ser profundamente cauteloso com aqueles que buscam intensificar as tensões entre países com grandes arsenais nucleares não é apenas a coisa racional a se fazer, é moralmente compulsório. No mínimo, devemos estar livres para debater essas políticas sem sermos difamados como se fossemos traidores. Essa ideia se aplica à China, assim como à Rússia. E aqueles que levantam tais preocupações não devem ter sua lealdade e integridade questionada, como ocorreu com Corbyn, pelos novos combatentes da velha Guerra Fria.

* * * * *

Para contextualizar a tensão entre a OTAN e a Rússia de que tão pouco se fala na imprensa ocidental, recomendo os seguintes itens:

(1) Esse artigo da Foreign Affairs do cientista político da Universidade de Chicago, John J. Mearsheimer, sobre a incansável e agressiva marcha do Ocidente em direção a fronteira russa e suas consequências;

(2) Este trecho da entrevista de Noam Chomsky com o jornalista alemão Tilo Jung – começando em 40:30 – que explica o contexto histórico da aproximação da OTAN à fronteira russa, como ela é interpretada por Moscou e, principalmente, por que são incomparáveis os riscos que esse comportamento apresenta:

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Boars, Gore, and Swords podcast covers Westworld episode nine, "The Well-Tempered Clavier"

Boing Boing -

As HBO's Westworld nears its conclusion, Boars, Gore, and Swords is there to keep up with all the twists and turns. For this week's "The Well-Tempered Clavier," Ivan and Red discuss Arnold's true identity, the relative lack of value of human cognition, Logan wearing a "Hand of The King" pin, when and where Dolores is, and the male nudity everyone's been waiting for.

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To catch up on previous episodes of Westworld, previous seasons of Game of Thrones, the A Song of Ice And Fire books, and other TV and movies, check out the BGaS archive. You can find them on Twitter @boarsgoreswords, like their Facebook fanpage, and email them. If you want access to extra episodes and content, you can donate to the Patreon.

Karl Herlinger talks to his fist

Boing Boing -

The format for Scot Nery’s weekly BoobieTrap show is the wackiest I’ve ever seen. It’s vaudeville on steroids with Nery as the amped up and kooky ringmaster. The performers range from jugglers to contortionists, magicians and poets – but the first time I attended, the standout talent was a wooden dummy named Joey and his human named Karl Herlinger.

I’ve seen ventriloquist acts before, but these two had an edge that kept me thinking for days on end, and at times I forgot about who was controlling whom.

If you stop and think about it, the very idea of ventriloquism is pretty darned crazy. These performers choose to get in front of theaters full of people and have heated conversations and arguments with themselves. It’s hard enough to captivate an audience with story, dance, or musical talent when all you have to worry about is yourself, but imagine having to simultaneously play the role of two distinctly different personalities, while controlling a hidden levers that create the illusion of emotions in a wooden dummy.

The strange combination of skills that must come together to pull something like this off has to be the reason we don’t see more great ventriloquists. This is a difficult and dying art.

I’ve hung out with Karl a few times since I first saw his show and I appreciate that his abilities go far beyond controlling inanimate objects and throwing voices. There’s definitely meat on the bones here and though his lip control and manipulations are very, very good, it’s the storytelling that makes you want more.

After 35 years of honing his craft, Karl pushes himself with the question of how small he can make the show and still have it resonate. He knows that if the base story is strong, people will forgive a lack of props and complex manipulations. Karl says that anyone can learn to throw voices and “work a puppet’s guts” but not everyone can give a story heart.

I’ve seen plenty of performers do amazing things with their craft but simply appear mechanical – like a juggler who can keep may balls in the air but tells no visual story while doing it. Scot Nery is a great example of a fant juggler who can keep many balls aloft but what he’s really know for is juggling one item at a time – a real pancake. He takes the audience on a hysterical journey as he cooks the pancake in front of you and then flips it around the stage in unimaginable ways. Again, it’s only one object, but the show is much better than a juggler who can keep 10 balls in the air for any length of time.

And back to Karl’s question: “How small can I make my show and still have it resonate?”

He answers himself by swapping out the Joey puppet all together, fixing googly eyeballs to his fist and calling him Larry. The new show slays audiences and his new character is more real than anything he’s done before.

This is a clothed version of Larry with bunny slippers and a set of googly eyes on his own hand. Larry seems human, and real because Karl is a master of his art and the dialogue is touching, you will want to hug him.

By night, Karl performs around the world and by day, he’s a graphic designer, writer, actor, husband and father of 2 who lives by these simple rules:

  • 1. Be present in everything you do and take advantage of the moment
  • 2. Have no fear of failure because it’s part of the process
  • 3. Learn for the past

You can check Karl out nearly every Wednesday at Scot Nery’s Boobie Trap in Los Angeles and if that isn’t enough for you here are a few other venues in which Karl graces the stage:

We all think we understand what Karl does on stage because of conversations we’ve had with casted shadows on bedroom walls. But, you really have to see Karl, Joey and Larry in person to really know what’s going on.

For anyone who wants to build their own ventriloquist doll, I leave you with this up-to-date and easy to understand schematic.

What could be simpler to build and learn to operate?!

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